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domingo, 13 de dezembro de 2009

A Bíblia e o celular


Já imaginou o que seria de nós se déssemos à Bíblia a atenção que damos ao celular?

E se a conduzíssemos sempre na bolsa ou no bolso, para a qualquer momento darmos uma olhada nela?

E se quando a esquecêssemos em casa no escritório, voltássemos para apanhá-la?

E se a usássemos para enviar mensagens, como o fazemos com o celular?

E se a encarássemos como se não pudéssemos viver sem ela, assim como vemos o celular?

E se antes de darmos um celular, déssemos uma Bíblia às crianças?

Você já percebeu que a Bíblia não fica fora de área, nem sem cobertura?

Você sabia que a Bíblia não desliga por falta de crédito e que foi Jesus quem fez o pagamento desses créditos, que valem para a vida inteira?

Será que você sabia que a bateria da Bíblia não descarrega porque ela tem carga para a vida inteira?

Eis alguns telefonemas de emergência que você poderá recorrer:
  • Se estiver triste, ligue João 14
  • Se falarem mal de você, ligue Salmo 22
  • Se estiver nervoso, ligue Salmo 51
  • Se estiver preocupado, ligue Mateus 19-34
  • Diante do perigo, ligue Salmo 91
  • Quando Deus lhe parecer distante, ligue Salmos 63
  • Se desejar reativar sua fé, ligue Hebreus 11
  • Diante do medo e da solidão, ligue Salmo 23
  • Se você está áspero e crítico, ligue I Corintios 13
  • Se quiser desvendar o segredo da felicidade, ligue Colossenses 3:12-17
  • Porém, se é de paz e descanso que você precisa, disque Mateus 11:25-30
  • Enfim, quando o mundo lhe parecer maior que o próprio Deus, ligue Salmo 90.

Recadinho especial: Anote o quanto antes o número desses telefones em sua agenda, pois a qualquer momento um deles lhe poderá ser útil.

sábado, 28 de novembro de 2009

Obediência - A chave para as bençãos de Deus



Ser abençoado é algo que todo o filho de Deus deseja e pode ser, porque essa é a vontade do Pai.

No entanto para sermos abençoados, não basta apenas ser um filho de Deus, mas é preciso ser um filho obediente à sua Palavra.
Quando nós ouvimos e obedecemos à voz do Senhor nosso Deus, nem precisamos de pedir ou andar atrás das bênçãos, porque a Bíblia diz no texto de Deuteronómio 28 que elas nos alcançam, vrs 2: “e todas as bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor teu Deus”.
Em todo este texto bíblico nós vemos que Deus deseja abençoar o seu povo não só na área espiritual, mas em todas as áreas que dizem respeito ao indivíduo no seu todo.
O Senhor promete a bênção na nossa família, vrs 4, “Bendito o fruto do teu ventre”, o suprimento das nossas necessidades, “Bendito o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas, bendito o teu cesto e a tua amassadeira”, a derrota dos nossos adversários e uma vida completa de vitória, vrs.7 “O Senhor entregará os teus inimigos que se levantarem contra ti feridos diante de ti; por um caminho sairão contra ti, mas por sete caminhos fugirão de ti.”.
A nossa atitude face ás várias situações da nossa vida, determina a forma como vamos viver.
Quando somos filhos de Deus, Ele espera que nos envolvamos com aquilo que diz respeito ao seu Reino, não numa atitude de “obrigação”, mas numa atitude de boa vontade. “ Não por tristeza ou necessidade, porque Deus ama ao que dá com alegria” 2 Coríntios 9:7.
O importante não é a quantidade do que damos, mas sim a qualidade do que damos ao Senhor. Essa qualidade reflecte-se no amor e na alegria com que nos disponibilizamos e fazemos a obra de Deus.
Quando damos a Deus, seja em que área for na nossa vida, devemos dar sempre o melhor, porque essa atitude vai favorecer toda a nossa vida.
O que semearmos no mundo espiritual, é aquilo que iremos colher no mundo físico. Se semearmos com excelência no reino de Deus, vamos colher com excelência na nossa vida secular. Se formos medíocres no que fazemos para Deus, iremos colher uma vida secular medíocre.
Quando não estamos disponíveis para o Reino de Deus, não nos devemos surpreender, se as bênçãos do Reino, não estiverem disponíveis para nós.
A Palavra de Deus é clara: Para que tenhamos as nossas necessidades supridas, temos de ser obedientes ao que Jesus nos ensinou:
Regra nº1 – não andes ansioso
Regra nº2 – As tuas primícias, o teu melhor, seja para Deus e todas as bênçãos te alcançarão.
Jesus disse assim:“Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber, nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que a vestimenta? Olhai para as aves do céu, que não semeiam nem segam, nem ajuntam em celeiros, e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? E qual de vós poderá com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?E quanto ao vestuário, porque andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem, não trabalham nem fiam.

E eu vos digo que nem mesmo Salomão em toda a sua glória, se vestiu Como qualquer deles.

Pois se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé?

Não andeis pois inquietos, dizendo: que comeremos ou que beberemos, ou com que nos vestiremos. Porque todas essas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas.

Mas buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas." (Mateus 6: 25:33)
Não vivas numa atitude de ansiedade em relação ás coisas que te fazem falta, mas vive na atitude de confiança, de que Deus cuida de ti e suprirá todas as tuas necessidades, porque Ele diz isso na sua Palavra. Por outro lado, coloca Deus em primeiro lugar ocupando-te em buscar o seu Reino, e acredita na Palavra que diz que todas as demais coisas te serão acrescentadas.
Buscar o Reino de Deus, é buscar a Sua vontade para a tua existência em obediência à Sua Palavra e andares nela. Desta forma, terás na tua mão a chave para as bênçãos de Deus na tua vida.

Fonte: http://www.ccmaoamiga.org/

domingo, 22 de novembro de 2009

PEDRO E SEU MACHADO

Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte!

A madeireira precisou reduzir custos...

Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biótipo de um lenhador.

Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho.

Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional.

Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente.

E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de "catadores de gravetos".

Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente!

Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento.

E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote...

Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de "madeira", deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe.

Todos ficaram atônitos! Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada?

Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira.

Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.

O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais. Um dia, Pedro se nivelou aos demais.

Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam...

O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. "Não sei", respondeu Pedro, "nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo".

O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado.

Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de "dentes" e sem o "fio de corte", perguntou ao Pedro: "Por que você não afiou o machado?".

Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.

Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga:

conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.

A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós - preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de "amolar o nosso machado", ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos. Sem saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros.

Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.

Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante muitos anos.

A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir.

É "perder tempo" para afiar o nosso machado.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

A Importância do Perdão

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você

O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;

Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;

Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;

Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;

Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.

Fonte: OtimismoemRede.com
 

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