domingo, 22 de novembro de 2009

A Santificação do Cristão


A SANTICAÇÃO DO CRISTÃO

Como já aprendemos nos estudos anteriores, a palavra santo quer dizer separando e nos da a entender sobre a vontade de Deus para nossa vida em todos os aspectos.

O cristão precisa se santificar como cristão, pois quem serve ao diabo, santifica-se para ele e como ele quer, e Deus quer que nos santifiquemos para Ele conforme a sua vontade.

Ter uma vida de santidade é tudo que agrada a Deus, mas se esta santidade estiver em conformidade com a sua palavra, por isso, precisamos estudar e entender o que Ele quer para nossa vida de santificação.

Entender que a vida de santificação passa por três processos na vida do cristão quando se converte.

Que são:

1- Santificação em Jesus Cristo
2- Santificação Moral
3- Santificação Espiritual

1- SANTIFICAÇÃO EM JESUS CRISTO.

Ela ocorre no ato da nossa conversão, isto é, quando aceitamos Jesus como Senhor e Salvador de nossas vidas. Não precisamos fazer absolutamente nada porque Ele já fez tudo quando se fez carne e habitou entre nós.


a) Jesus nos quer separado do mundo porque suas obras são más, e diz que seremos odiados por isso, portanto na sua morte no mundo morremos também para ele (o mundo). Jo 15:18-19. b) Em Jesus somos separados do mundo, santificados em sua palavra, para a glória de Deus. Jo 17:1-21. c) O apostolo Paulo afirma a sua posição em Jesus que deve ser a nossa também. Gl 2:20 d) A cruz de Cristo nos dá essa garantia de separação do mundo, por isso a glória é para Ele para todo o sempre amém. Gl 6:14

2- SANTIFICAÇÃO MORAL*. Gl 5:16-17

*Moral: Referente a bons costumes

Temos que entender que esta santificação, diferentemente da primeira, não é instantânea, rápida, e que não vai exigir nenhum “sacrifício” de nossa parte, pois já não somos mais deste mundo, mas ainda vivemos nele e iremos enfrentar uma luta constante entre os desejos da carne e os frutos do Espírito.

Quando lemos o que o apostolo Paulo escreveu em Gl 5:16-17, percebemos que este processo só é possível quando somos guiado pelo Espírito Santo que tem a inalidade de mudar a nossa conduta moral decaída com o pecado.

A santificação Moral muda a nossa conduta de agir em relação:

  • Ao nosso próximo;
  • A sociedade em que vivemos;
  • Ao nosso Deus

O apostolo Paulo fala também em Rm 12:1-12 que a santificação moral influencia na nossa mente e nosso corpo exigindo de nós um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.

Quando falamos de mudanças na maneira de nos conduzir neste mundo, estamos falando também na nossa maneira de falar, vestir, agir, pensar, ou seja, uma mudança radical.

3- SANTIFICAÇÃO ESPIRITUAL

A santificação espiritual é totalmente dependente das duas anteriores, ou seja, quando aceitamos a Jesus e mudamos nosso comportamento e agimos totalmente diferentes do mundo guiados pelo Espírito Santo, o nosso espírito entra em comunhão com o Espírito de Deus e temos uma vida santa e agradável a Deus.
Cremos também que precisamos de uma vida de oração, praticar o jejum, freqüentar os cultos, vivermos em comunhão com os nossos irmãos etc. Com certeza estas coisas influenciarão na nossa santificação espiritual, mas não esqueçamos que ela procede das duas primeiras, ou seja, não adianta tudo isso e não termos entregado realmente nossas vidas a Jesus e se não temos uma vida integra diante de Deus e da sociedade em que vivemos.


Conclusão
Amadas irmãs podemos perceber a preocupação da trindade no processo de santificação do homem, onde Jesus nos faz santo na Sua morte, o Espírito Santo colocando em nós os seus frutos e Deus aceitando a nossa santidade e transformando para o louvor da sua Glória.

“Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de nós.” Josué 3:5

Santificação


SANTIFICAÇÃO

Santificação é tornar-se semelhante a Cristo. Santificação é uma obra progressiva da parte de Deus e do homem que nos torna cada vez livres do pecado e semelhante a Cristo em nossa vida presente.


ESTÁGIOS DA SANTIFICAÇÃO

1- A SANTIFICAÇÂO TÊM UM COMEÇO DEFINIDO NA REGENERAÇÃO

Uma mudança moral definida ocorre em nossa vida no momento da regeneração (novo nascimento), Paulo fala sobre o “lavar regenerador do Espírito Santo” (Tt: 3:5). Uma vez nascido de novo não podemos continuar pecando como um hábito ou como um padrão de vida (I Jo: 3:9), porque o poder da vida espiritual em nós impede-nos a uma vida de pecados.

Essa mudança moral é o primeiro estágio na santificação, envolve uma ruptura definitiva com o poder do pecado, bem como com o amor ao pecado, para que o crente não seja dominado por ele, e não mais ame o pecado (Rm: 6:11-14,18).
Em termos práticos, isso significa que devemos afirmar duas verdades, por um lado, nunca seremos capazes de dizer: “estou completamente livre do pecado” (Mt: 26:41; I Jo: 1: 8,10). Mas por outro lado, um cristão nunca deve dizer, por exemple: Este pecado me derrotou. Eu desisto. Faz 30 anos que tenho um péssimo temperamento, e o terei ate o dia em que eu morrer, e as pessoas têm que me aceitar do jeito que eu sou.
Dizer essas coisas seria o mesmo que dizer que pecado foi vitorioso. É permitir que o pecado reine em nosso corpo. É negar a verdade das escrituras.
O rompimento inicial com o pecado, então envolve nova orientação de nossos desejos (Rm: 6:17-19).

2- A SANTIFICAÇÃO AUMENTA POR TODA VIDA. (PROCESSUAL)

No ato do novo nascimento o cristão é considerado santo (separado).
Mas a santificação é um processo longo, e jamais alcança a perfeição nesta vida, por causa do pecado que ainda permanece em nosso coração.
  • A santificação é aumentada por toda vida cristã (II Cor: 3:18),
  • Gradualmente (Fp: 3:21; ITs: 5:23; IJo: 3:6,9)
  • Nos tornarmos cada vez mais semelhantes a Cristo, conforme avançamos na vida cristã (Fp: 3:12-14).

Esse pensamento, de que, a santidade nunca se completará totalmente nesta vida, não é unânime. É defendido também que santificação não é gradual, pode ser rápida e completa nesta vida( I Pe: 1:16; Mt: 5:48; Ts: 1:4). Citam exemplos de homens como Noé (Gn: 6:9). Jô (Jô: 1:1); e Asa (I Rs:15:14).
Embora a Bíblia não mencione o pecado de alguns homens, não significa que os mesmos nunca pecaram. Todos nós nascemos com o pecado original, ou seja, nascemos pecadores (Rm: 3:9-10,23).


DEUS E O HOMEM COOPERAM NA SANTIFICAÇÃO

1- O PAPEL DE DEUS NA SANTIFICAÇÃO
Visto que a santificação é principalmente uma obra de Deus, a oração de Paulo torna-se apropriada (ITs: 5:23). Um papel especifico de Deus na santificação é seu processo de nos disciplinar como seus filhos (Hb 12.5-11). Em Filipenses está escrito: “Deus é quem efetiva em vós o querer como o realizar, segundo a sua vontade” (Fp: 2:13). O papel de Deus, Jesus Cristo, na Santificação é o primeiro, que Ele conquistou nossa santificação para nós (I Co: 1:30). Além disso, Jesus é o nosso exemplo ( Hb:12:2). O papel do Deus Espírito Santo é a sua ativação dentro de nós ( Rm 8:14; Gl 5:16-18,22; II Ts 2:13 ; I Pe1:2)


PARA REFLETIR
Com o apoio da Santíssima Trindade, será que é necessário buscarmos a santificação, tendo em vista que Deus o querer e o realizar?

Conforme lemos nos textos acima. Deus nos santifica. Então porque pecamos?


2- O NOSSO PAPEL NA SANTIFICAÇÂO
O nosso papel na santificação é passivo, pois dependemos do Senhor (Fp 2:13). Mas nosso papel também é ativo. As sagradas Escrituras nos exortam e nos admoesta para sermos santos moralmente (Rm 8:13). Devemos desenvolver a nossa salvação (Fp 2:12-13).
Muitas passagens especificas no novo Testamento exortam atenção detalhada a vários aspectos da Santidade e da piedade cristã (Rm 12:9-20 ; Fp 4:4-9)
Devemos desenvolver continuamente padrões e hábitos de santidade. A ação de Deus em nossa Santificação é fundamental, pois sem Ele nada podemos fazer. Contudo não devemos deixar de buscar ardentemente a Santificação. (I Ts 5:16-24)


Conclusão

A conseqüência do novo nascimento é mudança de vida, mudança moral (Mt 7.17-20).
A Santificação é aumentada, dia a dia, mês a mês, até a volta de Cristo, devemos nos despojar do velho homem (Ef 4:17-32).
Deus nos escolheu para sermos santos (Ef 1:4), e coopera conosco (Fp 1:6), é motivo de nossa alegria.

Nós cristãos, devemos buscar edificar nossas vidas sobre a Rocha.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Reunião



Meninas sábado terá reunião
na casa da igreja às 8:00h da noite
Fiquem na paz do nosso Senhor...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

2ª Conferência missionária

A Importância do Perdão

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você

O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;

Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;

Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;

Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;

Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.

Fonte: OtimismoemRede.com

Conforto

domingo, 25 de outubro de 2009

Santidade


A palavra Santo (Kadosh) significa separado, para o Senhor.

No Antigo Testamento era utilizado especiarias, objetos (Ex 30:25-29) e pessoas (Lv. 8) com a finalidade de serem usados para a adoração a Deus. Pois a santificação era uma exigência de Deus ao seu povo. Lv11.44-45:
Porque eu sou o SENHOR vosso Deus; portanto vós vos santificareis, e sereis santos, porque eu sou santo; e não vos contaminareis com nenhum réptil que se arrasta sobre a terra; Porque eu sou o SENHOR, que vos fiz subir da terra do Egito, para que eu seja vosso Deus, portanto, vós sereis santos, porque eu sou santo.

No Novo Testamento o chamado para ser santo não se restringiu ao Antigo Testamento, porque a mesma exigência é feita a igreja através de I Pe1.14-16 :
Como filhos da obediência, não vos conformeis com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.

O chamado para ser santo como lemos, foi realizado no Antigo Testamento e têm continuidade no Novo Testamento. Com isso é possível três argumento sobre ser santo.

1. A base da santidade
A base da santidade é o próprio Deus, 1Pe 1:16.
Sua santidade está relacionada com o seu caráter, com o fato de Deus ser isolado de todo mal, Ele não se contamina.
Assim como Ele é santo, seu povo deve ser santo.
Jesus é o modelo de santidade que devemos seguir.

2. A finalidade da santidade
Viver para o louvor da glória de Deus (Ef 1:12-14).
A comunhão que brada do Éden, é restabelecida em Cristo, e agora o homem poderá viver novamente para glorificar a Deus.
Fomos separados, não para nos isolarmos das pessoas, como se elas tivessem lepra, mas, para renovar-mos os valores pervertidos do mundo (Rm 12:1-2).

3. Como alcançar a Santidade
Vontade. Ela é colocada pelo Espírito Santo, na medida em que nos entregamos mais e mais a Deus. É preciso querer. Ninguém é salvo contra sua vontade. Da mesma forma, ninguém é santificado contra sua vontade (Gl 5:25).
A leitura da Bíblia e a meditação em seu ensino. Não se preocupe em ler a Bíblia toda em um ano, preocupe-se em ler todos os dias, e aplicar cada dia o que leu (Jo 17:17).
A oração é indispensável ao crescimento espiritual (Ef 6:18, Fp 4:6-7).
A adoração a Deus na igreja é fundamental. É como a história do carvão e da brasa, tire uma brasa da fogueira e ela se apagará, virará carvão. Ponha um carvão junto às brasas e ele se acenderá (Hb 10:19-25).

  • Se não buscarmos a santificação, jamais veremos a Deus. (Hb 12:14)
  • Devemos ser santos porque está é a vontade de Deus. (1Ts 4:3)
  • Santidade é o projeto de Deus para nossas vidas. (Ef 1:4)
 

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